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Ofertas de Recursos Computacionais nas Nuvens Públicas


Em um planejamento para a capacidade de um sistema, em muitos casos, por distintas razões (segurança, logística, comercial, etc.), considera-se engenhosamente prover uma sobrecapacidade, para suportar uma demanda sobre o consumo dos recursos acima do esperado; isto ocorre em diversas indústrias (civil, transporte, computação, etc). Para um planejamento da capacidade em arquiteturas desenhadas com a Tecnologia da Informação (TI), realiza-se os projetos elaborados para suportar uma possível expansão. Seja sobre os próprios recursos (on-premises) do cliente, ou em núvem pública ou em nuvem híbrida, onde parte do processamento está na nuvem pública e parte em recursos próprios ou nuvem privada (local). Nesses projetos se estabelece uma margem sobressalente além das especificações do mesmo. Assim, em um CRM on-premises, se um projeto é desenhado para 4.000 Posições de Atendimento (PA), os servidores deverão ter recursos extras, para suportar um eventual aumento das PAs. Ou por outra, um servidor rodando um sistema ERP, a capacidade de disco, cpu, memória e rede devem ser calculadas de modo a permitir um alívio em sua configuração para apoiar uma possível expansão posterior. Em um provedor de serviços de TI em uma nuvem pública, pelo próprio fundamento desta tecnologia, tem-se intrinsicamente uma oferta com elasticidade e escalabilidade, maiores do que as necessárias para atender os picos de demanda do consumo de todos seus clientes. Assim, naquela infraestrutura, por certo, encontramos no